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25 de maio de 2011

Morar em Brasília I - Rotina de um Trabalhador

Essa postagem é por pura preguiça...
Bem deixe-me explicar: logo comemorarei um ano de brasiliense. Candango do interior paulista, eu diria.
A preguiça em questão é a dos dedos. Já digitei algumas vezes a resposta à pergunta "e como é morar em Brasília?"
Então vou responder: morar em Brasília é bom por demais!
Veja você:
- acordo todos os dias às 7h30, me levanto, me visto, me penteio, tomo um café, pego minha mochila e saio de casa;
- quando é umas 8h estou no ponto de ônibus, que aqui eles chamam de "parada";
- quando é 9h estou chegando no trabalho: antes de chegar já desci do ônibus na parada - da rodoviária do Plano Piloto, caminhei entre 15 e 20 minutos
- e acho isso muito bom, já que ando sem fazer exercício - passando algumas vezes pela Catedral de Brasília, outras pelo Conjunto Nacional, já passei em frente a Biblioteca Nacional Leonel Brizola, já andei um pouco na Esplanada dos Ministérios e também pela Torre de TV que para você que não conhece aqui, saiba: são todos cartões postais da cidade;
- trabalho, almoço
e trabalho de novo: quando o horário de almoço não está muito apertado vou pagar uma conta ou outra, resolver problemas em banco - aquelas coisas básicas que todo ser humano faz, sabem?

Basicamente esse é o meu dia, chego em casa sempre entre 19h30 e 20h, aí o meu tempo é com a esposa arteira, com a Astrid e "otras cositas más".


20 de maio de 2011

Bom dia, rainha! - Diálogo Imaginário

- Bom dia, meu amor! Como vai? Dormiu bem? Acordou bem? Espero que
tenhamos um ótimo dia. Está uma sexta-feira diferente, como nunca vi
antes aqui em nossa terra: bem nublado.
Porém, nublado só lá fora porque aqui dentro, no meu peito, bate um
coração iluminado e irradiante do seu calor, minha rainha. - disse o Rei.
Ela ainda acordando, abriu os olhos e deu aquele sorriso bonito que
só ela tem...
- Bom dia, meu querido Rei.
- Aqui está seu café, sente-se, vamos tomar aqui na cama mesmo.
Tomaram o café entre sorrisos, beijos e abraços.
- Agora, levante-se e apronte-se, minha querida. Vamos dar um
passeio pelo bosque, estou precisando de um ar fresco e preciso de tua
companhia.
Passearam pelo bosque entre sorrisos, beijos e abraços.
- Vamos tomar um banho, meu Rei?
- Ótima ideia, minha rainha!
Tomaram banho entre sorrisos, beijos e abraços.
Viveram ainda muitos anos, solitários, somente juntos um do outro.
Viveram felizes entre sorrisos, beijos e abraços.

4 de novembro de 2010

12 de novembro de 2008

Sobre prazeres da vida...

- Escolhe uma música pra gente.
- Ah, são tantas.
- É? Diz só uma, então.
Ela pensa, pensa, pensa e responde:
- Ah, é que são tantas.
- Por isso mesmo tem que escolher uma.
- Precisa? Por que?
- Ah, lá vem a curiosidade. É só escolher uma, ué! Escolhe, por favor?
- Ah! Escolhe junto.
- Espertinha, isso vale, é?
- Vale sim, é que eu não sei qual dizer.
- Eu posso ajudar. Sertaneja?
- Ah, é que são tantos ritmos.
- É? Escolhe um.
Ela repensa, repensa, repensa e responde:
- Ah, é que são tantos.
"Como ela é decidida." Ele pensa.
- E então o que vamos comer?
- Ah, tem tanta coisa.
Ele desiste, sugere:
- Comida japonesa?
- É, pode ser. Sei lá.

3 de outubro de 2008

De outra vez ele a descobriu companheira - lhe fazia compania, com pão ia sempre ao seu encontro - e camarada - em toda cumplicidade de dividir uma mesma cama.
Em tempos modernos essa parceria tinha tudo pra virar amor. Virou. Vira. Virará.
Um pião que não para de girar.

12 de setembro de 2008

Um dia transpirando, percebeu como as sensações vitais o deixavam pirado em dias como aquele.
E então ele foi e expirou sua inspiração transpirada pro papel e aconteceu o poema.

7 de abril de 2008

Hoje é um dia de inspiração diferente
As palavras dormem na mente
Dormente
O efeito latente
Aumenta o que se sente
Pensamento-corrente
Lá de trás, trás pra frente
Mergulha, nada contra a corrente
Mergulha, tudo a favor do indecente
Voa, viaja intensamente
Vô à viagem precedente

Mente à mente
Sente à sente
Ente à ente

Parada universal: a gente!

31 de março de 2008

9 de novembro de 2007

Quando?



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Ok, estou em dívida com as multidões... É a falta de inspiração + excesso de preguiça! Logo passa, pode crer...

पाज़ ए अमोर!

11 de setembro de 2007

Propósito

Saudações!
Hoje eu acordei com o firme propósito de zuar um pouquinho aqui...
Fiquei só no propósito। Sim porque estou com alguns textículos (textos pequenos, não se assuste!:o) escritos desde semana passada, mas não tenho mídia pra carregá-los comigo e nas chances que tenho de enviar por e-mail, advinha: esqueço। Juro que não é de propósito que não estou cumprindo meu propósito। :o)
Essa semana começou bem: livre, leve, SOLta, sim, isso mesmo: SOL TÁ rachando a cuca! É bom, calor deixa a gente mais relax, mais a vontade...
Bom, chega de lenga-lenga, hoje não vou passar disso mesmo, ok?
Ainda fico devendo, mas não desistam de passear aqui na multidão, tá?

पाज़ ए अमोर

Acabei de lembrar: hoje faz 6 anos que a guerra começou... E tem gente que ainda não se deu conta, pode?!

20 de agosto de 2007

Inspiração

Ultimamente ando sentindo falta da maldita que me faz vir até aqui... A maldita inspiração não me vem!

Vir, até vem, só que não de escrita. É de sentidos. Sentir um cheiro bom, uma brisa suave, uma música gostosa, tudo sem ter perfume, nem vento, nem sons, tudo virtual, na memória do meu HD cerebral.

Bits, Bytes, Mega, Giga, Tera força do pensar, se torna imaginar, alucinar, experimentar na pela o que não se pega, não se toca. O que os olhos não vêm, mas o coração sente. E como.

Por esses dias ando caminhando por estradas novas, trilhas que nunca havia percorrido por falta de oportunidade, interesse ou vergonha na cara. Talvez de um pouco dos três. Algumas eu não queria ter passado. Outras eu queria e quero muito ir tão longe quanto possível. É complicado quando fico achando que sou eu quem decido sobre a distância que quero percorrer em cada uma delas. Mero engano. Nem um bom firewall segura a invasão necessária que o caminho faz em nossa vida.

Esse é o ponto. Não é a gente que pega um caminho, o caminho é que pega a gente. É por isso que não tem outro jeito: o negócio é caminhar.

Caminhar e cantar. Caminhar contra o vento. Com ou sem lenço ou documento.

Caminhar não é como navegar, caminhar não é preciso, mas é preciso caminhar.

Essa caminhada toda está me dando sono, preciso de um cochilo... Engraçado, fico tanto tempo sem aparecer e quando venho começa a dar sono...
ZZzzzZ... zZZZzzZzzz... (volto logo)

पाज़ ए अमोर